O que defendo?

O que há aqui é um apanhado geral das minhas posições políticas. Se após ler o que coloquei aqui e os posts do meu blog pessoal, ainda quiser saber mais sobre o que defendo, basta visitar o site Epifania Política, que mantenho em parceria com outros autores, e checar meus comentários políticos e análises.

Atualizado pela última vez no dia 20/jul/2020 às 13:19 (GMT-4).

Liberdades individuais

É triste o fato de que eu sequer tenha que defender isso - é algo tão básico que penso que deveria ser unanimidade na sociedade. Sobre si mesmo, o indivíduo deve ser soberano: sexualidade e religião são coisas personalíssimas. Ninguém deve se meter ou te julgar pela tua religião ou sexualidade. Católicos devem ser livres para serem católicos, gays para serem gays, ateus para serem ateus e por aí vai. De forma geral, acho que nada disso deve ser tratado pelo Estado, exceto para mitigar conflitos e garantir o respeito mútuo pelas diferenças.

Educação

Trabalho há mais de meia década como voluntário na Fundação Wikimedia, que gerencia a Wikipédia. Também integro há algum tempo a pool de voluntários da UNV, uma das agências da ONU. Meu trabalho lá é difundir o conhecimento gratuitamente com a maior qualidade possível. Defendo, portanto, o acesso universal ao conhecimento. Para isso, acredito que a melhor forma seja estimular (por meio de incentivos fiscais, por exemplo) a iniciativa privada a melhorar e baratear os custos da educação básica, para então investir cada vez mais no financiamento de bolsas de pesquisa no âmbito do ensino superior.

Economia

Sendo empreendedor de pequeno porte, nada mais coerente do que defender uma pauta voltada aos pequenos empresários. Defendo uma política econômica voltada ao estímulo à livre iniciativa e pequenos negócios. É dos pequenos negócios que surgem outros grandes, afinal. Mas economia não é só isso. Aqui estão dois pontos que considero interessantes do meu pensamento econômico:

  • O capitalismo não é necessariamente “malvado”: quando bem gerenciado, o mercado pode até funcionar como uma melhor forma de reduzir as desigualdades.

  • O salário mínimo é um direito essencial - o próprio nome já diz: é o mínimo. O salário mínimo não deve ser utilizado como uma forma de forçar as pessoas a ganharem cada vez mais, mas sim para impedir condições de trabalho injustas. O que quero é que as pessoas passem a ganhar mais que o mínimo cada vez mais. Não adianta ficar aumentando o salário mínimo na marra. Bota essa economia pra girar!

Saúde

Tenho uma doença autoimune. Os custos são enormes. Conheço a dificuldade de pessoas nessa situação e tento fazer o que posso para ajudá-las - seja brigando pela redução dos custos dos remédios, seja lutando pela continuidade e melhoria das farmácias populares e do SUS (na medida do possível). Um dos meus objetivos, por exemplo, é lutar pela quebra de patentes injustas ou a liberação de medicamentos (muitos são proibidos no Brasil por questões alheias à medicina). São ideais que carrego para a vida.